No terceiro volume da saga, Ayla e Jondalar deixam o Vale dos Cavalos e encontram os Mamutoi, um povo Cro‑Magnon altamente organizado, conhecido pela sua habilidade na caça aos gigantes mamutes. Esta nova comunidade acolhe Ayla com curiosidade e admiração, especialmente devido às suas capacidades extraordinárias de cura, domesticação de animais e domínio do estilingue.
Ayla cria laços profundos com os Mamutoi, em particular com Ranec, um talentoso escultor que se apaixona por ela. A relação entre Ayla e Jondalar torna-se tensa, marcada por mal-entendidos, diferenças culturais e inseguranças. Auel explora aqui temas de identidade, amor, ciúme e pertença, aprofundando o desenvolvimento emocional das personagens.
A vida entre os Mamutoi é descrita com grande detalhe antropológico: cerimónias, rituais, técnicas de caça, estruturas sociais e práticas espirituais. A autora combina investigação arqueológica com narrativa envolvente, criando um retrato vívido da vida pré-histórica.
O clímax do livro gira em torno da escolha de Ayla: permanecer com os Mamutoi, onde é valorizada e compreendida, ou seguir o seu coração e continuar a jornada com Jondalar. Esta decisão moldará o rumo dos volumes seguintes.